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 Supernatural: New Adventures

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D.Rosell

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MensagemAssunto: Supernatural: New Adventures   Ter Dez 08, 2009 4:39 pm

Olá! Bem, eu andei por aqui a passear e encontrei uma secção que me identifico: As fan fics! Eu por acaso ja escrevi duas mas, como este forum é mais sobre o Jensen - Dean - resolvi deixar aquela que é mais baseada nele. Ora aqui ficam as personagens - com as respectivas fotos Very Happy





- Katie Cassidy como a impulsiva Brooke Meadows (Dean girl)


- Rachel Taylor -Rachel Taylor como a sensivel Roseanna Sparks "Rose" (Sammy girl) .

- Ian Somerhald como o protector Jake Patterson

- Loretta Devine como a maternal Carmen Montenegro

- Brian J. White como o misterioso Ney White

OS VILOES

- Stephen Moyer como o malvado Armand


- Alexander Skarsgård como o maquiavélico Avi



S1E1 - MEET THE VANNAR

O bar era barulhento, com copos a baterem uns nos outros, conversas animadas, risos e gargalhadas. Numa mesa distante, ao fundo do bar estavam duas raparigas, uma delas com um ar extremamente aborrecido e uma outra com a cara entre papéis.
― Brooke…- Chamou a rapariga aborrecida. – Brooke! Brooke! B…
― O que foi, Rose?
― Vamos embora, por favor…
― Não!
Rose bufou, encostou-se ao banco. Rose, tinha cabelo loiro que lhe chegava aos ombros, uns penetrantes olhos azuis sempre jovens. Tinha um ar inocente e sensível mas, naquele momento estava a irritar Brooke.
― Vamos embora! Fazia mais sentido se estivesses numa biblioteca.
― Demasiado silencio, não me consigo concentrar.
― Só tu que não te concentras no silêncio!
Brooke levantou os olhos, tinha-os de um azul claro, tinha cabelos lisos pretos. Era claramente mais velha que Rose.
― Não me chateis, okay?!
Pediu Brooke voltando a concentrar-se nãos seus papeis.

Sam e Dean empurraram a porta do bar.
― Então, mais alguma pista sobre este caso marado? – Perguntou Dean passando pelas mesas.
― Nada. – Respondeu Sam atrás do irmão.
Encontraram uma mesa mais ou menos a meio do bar e pediram duas cervejas.
― Detesto quando perdemos rasto do que caçamos…é irritante!
― Eu sei mas, uma coisa é certa, o que procuramos está nesta cidade e provavelmente…- Sam olhou em volta. – Neste bar.
― É, estas criaturas podem ser muito rasteiras mas, são muito desleixadas também. Nunca vi tanto visco na minha vida…blah!
― Pois, é realmente nojento. Sinto que ainda não tirei tudo.
Sam estremeceu.
― Só espero é que não saibam quem nós somos.
― É impossível, Dean. Melhores caçadores do que nós não há…
Sam exibiu um sorriso vaidoso e Dean concordou. Percorreu a sala com os olhos a ver se encontrava os seus alvos mas, ao invés disso parou noutro local não muito longe deles onde se sentavam duas raparigas, observou-as durante um bocado e depois virou-se para Sam.
― Parece-me que aqui podem encontrar um petisco aqui.
Sam olhou para as duas raparigas.
― Fica atento.

― Brooke, vamos embora!
― Podes ir…
― Dá-me a chave! – Rose estendeu a mão. Brooke continuou com os olhos nos papeis.
― Nem pensar que deixo tocar no BMW. Lembraste do que aconteceu da outra vez?
― Foi um acidente, o gato meteu-se a frente! E aqui não há gatos!
― Pois não, mas há pessoas. Ou vais a pé ou esperas por mim!
Brooke não desviava os olhos dos jornais.
― Nunca vamos encontra-lo, sabes?!
Nesse instante Brooke levantou os olhos do papel lentamente.
― Rose, não vás por ai…
― Estamos nisto a meses! Já nem sabes se ele está vivo, quanto mais se alguma vez o verás.
― Estou a avisar-te.
― Já faz um ano, Brooke e…
― Okay, se me queres irritar, estás a conseguir!
Rose calou-se. Brooke era conhecida por ser um furacão engarrafado, levava tudo a frente se necessário. As duas olharam-se durante segundos como se travassem uma batalha mental, no fim Rose afastou o olhar.

― Dean…- Chamou Sam, tocando no ombro do irmão. Tinha os olhos na porta, nesse momento entraram dois motards, feios, gordos, suados e cheios de pelos.
― Espera… – Os motards passaram por eles, deixando um cheiro doce. – Cheiraste? São mesmo eles.
― Pois, uma coisa é certa coisas tão feias não dá para esconder.
― Olha, para onde eles vão. – Os motards tinham parado durante segundos, e depois caminhavam para a mesa das duas raparigas.
― Como seria de esperar.

Brooke estava novamente concentrada nos seus papéis e jornais, enquanto Rose abanava a perna e bufava constantemente.
― Pára com isso! – Pediu Brooke.
― Paro quando formos embora deste lugar! Se soubesses o que eu oiço…
Brooke desviou os olhos do papel.
― Não oiças! Sabes, que não deves usar essa “coisa”
― Não consigo evitar!
― Consegues sim! A Carmen, ensinou-te a controlar, lembraste?!
Rose olhou em volta e parou numa mesa não muito distante onde estavam sentados dois rapazes, que olhavam para a sua mesa.
― Caçadores.
Brooke olhou para eles, eram os dois muito bonitos.
― Estão a caçar alguma coisa?
― Sim, só não consigo perceber o quê…
Então, ouviu-se um arrastar de cadeiras e dois homens grandes sentaram-se ao lado de cada uma. Tresandavam a álcool e a suor mas, havia algo mais. Um cheiro esquisito que envolveu o ar quando se sentaram.
― Já viste isto Karl? Tão lindas e tão sozinhas…- Disse o homem sentado ao lado de Rose, tocando-lhe no cabelo, cheirando até uma madeixa.
― Hum…aposto que sabe tão bem quanto cheira, não é Komal?- Disse o outro, encostando o nariz ao pescoço de Brooke. A rapariga estava em pânico porquê que não se mexia, porquê que não dizia nada, porquê que se sentia a derreter e…
― Ó amigo! – Uma mão pousou sobre o ombro do homem que cheirava Brooke e puxou-o para o lado. – Não me parece que elas estejam a gostar da tua companhia.
O homem virou-se e encarou Dean, era bem mais alto do que ele e bem mais gordo. Observou-o de cima abaixo, respirou fundo como se o cheirasse e depois sorriu.
― Vamos, Karl.
O outro levantou-se, trocou olhares com Sam e depois seguiu o outro.
Brooke sentiu como se um peso fosse retirado do peito.
― Estás bem? – Perguntou Dean. A rapariga olhou para ele perdeu-se nos seus olhos verdes.
― Sim. Rose?
― Estou bem.
Rose sorriu brevemente e olhou para Sam. De onde saíra ele? Aquela beleza não devia andar por ai, a solta! Sam sorriu e ela sentiu-se a estremecer.
― Não devem incomodar-vos mais. – Disse com uma doce voz.
― Obrigado. – Respondeu Rose num suspiro.
Brooke começou a arrumar papéis.
― Rose…vamos? Não eras tu que querias ir embora?
Dean leu de relance o que estava ali espalhado, pareciam ser jornais desde a um ano atrás a maior parte sendo anúncios.
― Esperem, tomem qualquer coisa connosco. – Disse Sam.
Rose sorriu, claro que queria ficar.
― Não. Temos de ir, talvez fique para uma próxima. Rose.
― Sim, eu já ouvi.
Levantou-se rapidamente passando por Sam as pressas. Brooke pegou nas suas malas e passou por Dean.
― A palavra é “Obrigado”
Ao ouvir a sua voz Brooke arrepiou-se. Virou-se para trás e enfrentou-o.
― Desculpa?!
― Quando se é ajudado por alguém, normalmente usa-se uma palavra no fim e é “Obrigado”
Brooke expirou fundo e levou Rose consigo.
― Rose, vamos.
E as duas saíram do bar com uma rapidez incrível.
― Uau…somos assim tão feios? – Perguntou Sam.
― Não, provavelmente são lésbicas.
― Provavelmente.
Voltaram para as suas mesas.
― Repete lá o caso.
― Estou farto de repetir.
― Faz-me a vontade, Sammy.
Sam suspirou tentando lembrar-se do caso.
― Os Vannar são criaturas que perseguem aromas, é como se fosse uma espécie de chamamento. Por exemplo, vão na rua e se apanham um cheiro de que gostam…
― Perseguem a pessoa com esse cheiro.
― Exactamente! Podem faze-lo uma vida inteira e percorrer quilómetros de distancia. Quando as encontram, envolvem-nas com o seu odor. Tu sentis-te aquele cheiro doce, quando eles passaram, certo?
― Senti. Como é que criaturas tão feias, cheiram tão bem, ainda não percebi.
― É para as atrair, ao sentirem aquele cheiro as presas sentem uma espécie de paixão imediata, deixam-se levar pelos Vannar e só “acordam” quando já é tarde. Uma espécie de hipnose.
― E o que aconteceu as duas malcriadonas de a bocado?
― Basicamente estão marcadas, pelos vistos gostaram do cheiro delas e muito.
― Se forem apanhadas, os Vanar tiram-lhes o cheiro tirando-lhes a pele, e passam a usar o corpo delas para atraírem o próximo alvo.
― Daí largarem aquele visco amarelo que encontramos anteontem, certo? – Sam abanou a cabeça em sinal positivo. ― Ou seja nós, temos de encontra-las, antes dos Vanar.
Os dois olharam um para o outro e como se tivessem tido o mesmo pensamento levantaram-se da mesa e saíram a correr.

― Porquê que foste tão mal educada? – Perguntou Rose, a medida que se aproximavam do carro.
― Não fui mal-educada! – Respondeu Brooke trazendo os jornais debaixo do braço.
― Foste sim, eles estavam a ser simpáticos.
― Para ti são todos simpáticos!
Rose parou.
― Eles eram!
― Tu conhece-los?! Já os viste em algum lado? – Rose ia responder. - E não te atrevas a dizer que “ouviste” porque isso não funciona assim!
Rose revirou os olhos. As vezes a irmã era insuportável.
Subitamente, foi como se o seu alarme tivesse disparado, Rose pôs-se em alerta.
― Brooke, não achas que ficou silencioso demais?
Brooke parou também, de facto, já não se ouvia o barulho do bar e nem estavam assim tão longe.
Começou a ouvir-se uma espécie de rosnar a volta delas, algo incompreensível e que parecia vir de todos os lados. E parecia aumentar a medida que se aproximava.
Ao mesmo tempo Sam e Dean saiam a correr do bar, na sua direcção.
― HEY!
― CUIDADO!
Então, Rose virou-se para trás e viu o grande homem com uma cara horrível, nem teve tempo para gritar, o homem agarrou-a e meteu a mão na sua boca. Depois flectiu os joelhos e mandou um grande salto mas, tão grande que desapareceu no céu. Brooke foi a seguir, o homem segurou-a com força e os dois elevaram-se do chão num salto com tanta força que fez um buraco.
Sam e Dean correram o mais que puderam mas, só chegaram a tempo de ver as folhas que Brooke levava na mão a flutuarem.
― Merda! – Exclamou Sam.
― Caramba, que eles sabem saltar!
― Pois, não pensamos nesse detalhe, o Vannar saltam como se fossem pulgas gigantes…
Os dois recuperaram fôlego, ainda de olhos no céu, vendo as folhas de Brooke cair.
― Como é que as vamos encontrar?
― Bem, eles gostam de locais húmidos, escuros…
Sam observou uma folha que caiu no chão em cima de uma tampa de esgoto.
― Dean, esgoto.
O irmão olhou para a tampa e fez uma cara de nojo.
― Oh não, porquê que tem ser no esgoto?!

Brooke abriu os olhos estava deitada numa mesa e sentiu uma dor na nuca. Passou a mão, mas não tinha sangue, apenas um galo. Sentou-se na mesa, sentiu o frio contra a pele e viu-se apenas de soutien e cuecas. Olhou em volta, nem sabia onde estava. Havia no ar um cheiro muito forte, estava frio, e ouvia-se água a passar. Ainda se sentia meio tonta, mesmo assim, arriscou levantar-se mas, mal o fez caiu no chão sujo, não conseguia sentir as pernas.
Ouviu-se um riso de leve.
― Vais a algum lado?
Brooke levantou a cabeça e viu um dos homens sentado a sua frente rodando uma faca.
― Quem és tu?!
― Humm…ninguém. – Brooke pôs-se de gatas e o homem levantou-se. ― Shhh, calma…não te vou magoar…por agora.
Levantou-se, deu passos largos e agarrou Brooke pelo braço. A rapariga mal se aguentava nos pés e logo foi empurrada contra a mesa fria, bateu com as costas e caiu no chão…

Rose abriu os olhos mas, desejou não os ter aberto. Em cima de si estava o outro homem grande e feio.
― Olá, loirinha.
A rapariga gritou mas o homem pôs-lhe a mão na boca e mostrou-lhe uma faca encostando-a abaixo do seu olho.
― Se eu fosse a ti calava-me, não queres perder esses lindos olhos, pois não?! Vais ficar quietinha e fazes tudo… – Fez pressão com a faca e Rose gritou um pouco. – Mas, tudo o que eu mandar.
Cheirou os cabelos de Rose que chorava e tremia de pânico.
― Hum…delicioso…Fica quieta!
O homem sentou-se em cima de Rose e tirou a língua de fora, uma enorme língua, com a qual lambeu a cara de Rose. A rapariga, desobedecendo, começou a lutar.
― PÁRA QUIETA!
Rose gritou outra vez e o homem com raiva pegou na sua cabeça e bateu contra a mesa. A jovem caiu nume estado de inconsciência imediata.
O homem ia continuar quando dois tiros nas costas o fizeram cair para o lado, para logo depois se levantar rapidamente mas, não teve reacção foi logo, envolto num mar de chamas e fez-se em pó.
Sam aproximou-se da mesa e viu Rose em roupa interior azul de rendas. Observou-a durante um segundo, era de facto muito bonita. Os seus cabelos loiros molhados estavam espalhados sobre a mesa e Sam achava-a muito linda.
Rose assustou-se ao ver Sam debruçado sobre si e gritou mexendo muito os braços, sem querer acertou em cheio com um soco no nariz de Sam que deu uns passos para trás.
― CALMA! Estou aqui para ajudar! Calma!
Segurava o nariz, que não sangrava mas, que doía imenso. Rose acalmou-se, sentou-se e olhou em volta. Pregou os olhos no monte de cinzas fumegantes e depois olhou para Sam.
― Oh…Desculpa, a sério…não queria…Desculpa…
Saltou da mesa e aproximou-se dele para ver se sangrava.
― Sim, eu percebi. Não faz mal…
Olharam-se durante um bocado. Sam, sem querer percorreu o corpo da rapariga com os olhos, que tremia de frio e tinha os cabelos molhados da água que caia do tecto. Rose quando se deu conta do seu estado, apressou-se a tapar o corpo com as mãos.
― Toma…- Sam tirou o casaco e entregou a Rose. ― Sou o Sam. Sam Winchester
― Obrigado. - Disse Rose vestindo o enorme casaco. ― Roseanna Sparks, mas chama-me Rose…
Olharam-se novamente e Sam não pode de notar que Rose o observava com um ar de muita atenção. Subitamente ela ficou nervosa.
― A minha irmã…
― Ela é tua irmã?
Sam lembrou-se da possibilidade de serem lésbicas e riu-se.
― Sim, porquê?
― ‘Oh nada. Não te preocupes, o meu irmão, Dean cuida dela.

Brooke estava a ser maltratada pelo motard quando Dean apareceu, estava numa mesa Brooke estava encostada a uma parede húmida e suja enquanto era cheirada pelo motard.
― Larga a miúda!
O motard virou-se para Dean.
― Diz, quem?
― Digo eu! Larga-a!
Dean tirou um isqueiro e segurou-o ameaçadoramente a frente do aparelho de gás que construiu em casa.
O homem pegou em Brooke e meteu-a a sua frente como se fosse um escudo, tirou a língua de fora e lambeu a sua cara, fazendo com que Brooke fizesse uma cara de nojo.
― Vamos lá ver se me queimo com ela a frente…
Dean trocou olhares com Brooke, despenteada, um pouco suada e em roupa interior preta. Apetecível, segundo os padrões de Dean.
Voltou a olhar para o homem que tinha os olhos a brilhar.
― Tudo bem…- Dean poisou o aparelho de gás e o isqueiro no chão. – Pronto…
O homem sorriu.
― Talvez queiras um pedaço…
Dean ainda estava dobrado, precisava de ser rápido.
― Não, tenho uma ideia melhor.
Num movimento rápido, quase invisível, pegou na Colt e disparou mesmo na testa do homem que caiu no chão, levando Brooke com ele.
Dean largou a Colt e tratou de incendiar o corpo do homem. Enquanto as chamas queimavam o corpo virou-se para Brooke, ajudando-a a levantar-se.
― Estás bem? Ele magoou-te?
― Não, estou bem…a minha irmã?
― Ela é tua irmã?!
― Sim! – Exclamou Brooke. – Onde é que ela está?
― Hum…O Sam, meu irmão, tem-na.
Olharam-se durante um bocado e Brooke deu-se conta que ainda estava de soutien e cuecas.
― Dás-me a minha roupa?
Dean apanhou o que pareciam ser calças e uma camisa, ia entregar mas hesitou. Tinha que aproveitar.
― Só entrego se dizeres “Obrigado”
― Hã?!
― Sim, “Obrigado” por aquilo do bar e por agora. – Exigiu Dean, numa voz calma e sedutora.
― Não, agora dá-me a minha roupa!
Brooke estendeu a mão mas, Dean deu um passo atrás.
― Diz! É simples ou preferes andar de soutien e cuecas por ai?
― A curvar-me perante um sedutorzinho barato, como tu. Sim!
Dean ia responder mas Sam apareceu com Rose pelo braço, num reflexo rápido Brooke tirou as roupas da mão de Dean deixando-o de mão estendida.
― A roupa é minha…
Passou por ele com um ar convencido e Dean observava o seu andar. Um belo exemplar de cuecas e soutien preto.
Um belo exemplar.
Rose riu-se e corou.
― O que foi? – Perguntou Dean.
― Nada…
Foi-se embora com um sorriso nos lábios.

Momentos mais tarde Sam e Dean estavam junto ao Impala com Rose completamente vestida.
― Vannar? Aqueles eram Vannar? – Perguntou novamente, vendo que se livrara de boa. – Uau, nem sequer tinha reparado.
― Pois, o cheiro deles deixou-vos meio desnorteadas. – Disse Sam sorridente. ― Sorte que estávamos a caça-los, desde a duas semanas. Podia ter acontecido algo pior se não tivéssemos chegado a tempo.
― Obrigada. – Disse Rose.
― Que fazem vocês por aqui? Não estão a caçar, pois não. – Perguntou Dean Rose ficou um pouco desconfortável. – Quer dizer, não tens de dizer nada.
― Oh, não faz mal. Viemos a procura de uma pessoa…
― Quem?
Brooke apareceu.
― Nós viemos a procura de uma pessoa mas, ela já se tinha ido embora e nós também vamos.
― O Jake Patterson, certo? – Perguntou Sam. Tanto Brooke como Rose ficaram espantadas. O rapaz sacou dos jornais e papéis de Brooke. – Alguns classificados tinham letras ao invés de números, chegamos a conclusão que eram códigos, cada número era uma letra do alfabeto. Quando concluído dava sempre o mesmo nome, Jake Patterson, o nome de uma cidade e de um motel.
Brooke agarrou nos papéis.
― Se quiserem nós podemos ajudar, eu e o Sam temos experiência em encontrar gente que não quer ser encontrada. – Disse Dean com orgulho.
Brooke olhou para a irmã, ignorando a oferta de Dean.
― Temos de ir.
― Miúda, pára de ser mal-educada, estamos a oferecer-te ajuda ao menos agradece! – Reclamou Dean.
― Não precisamos de ajuda, cá nos arranjamos.
― Pois, viu-se. Quase que ficavam sem pele se não fosse por nós!
― Queres uma medalha?!
Dean ia responder-lhe mesmo a letra mas, Sam tocou-lhe no braço, pedindo-lhe que parasse. Rose fez o mesmo a irmã.
― Desculpem, rapazes. Temos mesmo de ir…- Disse Rose com um sorriso gentil.
Brooke afastou-se mas, parou de repente, não tinha carro. Rosnou ao ver a sua situação.
― Bolas!
― Querem boleia? – Perguntou Dean.
Brooke virou-se para ele, e viu a sua cara de abuso.
― Vamos a pé!
Rose aproximou-se da irmã com um ar irritado.
― Pára de ser orgulhosa! Está escuro, estamos no meio do nada e a única maneira de voltarmos é como eles, portanto engole isso e vamos!

Durante a curta viagem até ao bar, Brooke foi em silêncio, concentrada nos seus pensamentos enquanto, a irmã Rose falava alegremente com o Sam e Dean.
Chegaram ao bar e Brooke foi a primeira a sair, caminhando para o carro.
― Obrigado – Disse Rose outra vez. Virou-se para o carro mas, parou de repente, não gostava de fazer aquilo mas, sentiu que era necessário. Fechou os olhos e concentrou-se.
Quando chegarmos ao motel, tenho de ver quem é este Jake Patterson.
Voltou-se para trás, olhava especialmente para Dean.
― É um assunto pessoal, agradecia que não se metessem.
Dean sentiu-se intimidado.
Agora tenho mesmo de saber.
― Por favor não te metas…
Como é que ela sabe?
Rose sorriu.
― Por favor?!
― Okay. – Assegurou Sam. Dean fez um sorriso breve mas, não disfarçou a tensão.
― Obrigado, rapazes.
Brooke aproximou-se com o seu BMW preto, rebaixado e de vidros fumados.
― Vês?! Ela sabe dizer “Obrigado” – Disse Dean.
Brooke olhou para Dean e sentiu vontade de o fulminar mas, não respondeu, limitou-se a olhar para a frente, apertando o volante. Que irritação era aquele rapaz!
As duas entraram no carro e desaparecendo a alta velocidade.
― Meu, eu falei em voz alta? – Perguntou Dean.
― Não. – Respondeu Sam, observando o BMW que se afastava.
― Então, como é que ela sabia que estava a pensar em procurar o nome do tal Jake?
― Não sei…mas, foi muito esquisito.
― Muito.

Heheeh espero que gostem! Comentem á vontade!

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BEIJAOOO
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D.Rosell

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MensagemAssunto: S1E2 Little Brothers on Strike.   Sex Jan 01, 2010 2:07 pm

Weeeee!! Novo epi, só para vcs, meus caros!
Bem,
alguns epis vão ficar a meio, para criar mais espectativa xD é como este, é apenas uma especie de introdução o resto, só para a semana.
O topico é um bocado batido mas, dei-lhe uma volta engraçada. Apesar de tudo este epi é mais baseado na relação Sam-Rose. Espero que gostem e comentem! BeijaOO

S1E2
LITTLE BROTHERS ON STRIKE


Sede, tenho tanta sede. Preciso de beber. Preciso!”
Era o pensamento que ecoava na cabeça de um rapaz que passava por arvores a
alta velocidade. Olhou para o céu, a lua cheia era mais visível que nunca. Os seus olhos já não eram verdes mas, sim cinzentos, os seus dentes enormes e o seu instinto animal apurado. Subiu para uma pedra, encheu o peito e uivou para a Lua.
“Fome. Tenho tanta fome…”
Inspirou fundo. Olhou por entre as arvores e viu uma pequena luz.
“Sede...”
Fechou os olhos e ouviu risos ao longe. Desceu da rocha e correu a uma velocidade quase invisível ficou atrás de uma árvore. Um grupo de três homens riam-se numa noite divertida. Finalmente, já tinha como pôr fim a sua sede.

Rose estava no quarto a brincar com uma bola de ténis, atirando-a contra a parede. Brooke saiu da casa de banho e a bola passou mesmo por cima da sua cabeça.
― Estou farta de ver esta bola.
A irmã mais nova riu-se.
― É anti-stress!
― Acredito, que tu sejas muito stressada, Rose.
A irmã mais velha apanhou a bola e atirou a irmã, que apanhou com agilidade.
― Onde vais?
― Vou lá para baixo.
Rose sentou-se ao ver a irmã sair com as folhas e pedaços de jornal debaixo do braço.
― Por favor, diz-me que vais pesquisar acerca do caso do Lobisomem!
Brooke parou e virou-se para a irmã
― Não comeces!
― Começo sim, chega a ser doentio, Brooke.
― Era suposto apoiares-me. Eu sei que é cansativo, e é chato mas, eu tenho de encontrar o Jake, sabes que sim.
― Eu apoio-te, Brooke, sabes que sim mas, neste momento temos um lobisomem a solta! Há coisas mais importantes do que encontrar quem não quer se encontrado…
Brooke revirou os olhos e saiu do quarto.
Rose levantou-se e foi até a janela, lá fora começava a ficar tarde e a rua
toda tinha uma cor alaranjada. Passou os olhos pelo parque de
estacionamento e viu um carro. Reconheceu o carro, virou-se para trás.
― Brooke, o…- Mas, a irmã já tinha saído.

― Sam! – Gritou Dean. – Despacha-te, pareces uma mulher!
Sam abriu a porta da casa de banho, de onde saiu fumo.
― Calma…
― Meu, tenho tanta fome! - Dean estava deitado na cama com a mão na barriga.
― Queixares-te não faz-me andar mais depressa.
A barriga de Dean fez um som assustador.
― Estás a ouvir? Estás a ouvir o meu estômago, Sam? Mexe-me esses ossos, puto!
― Não me chames puto, Dean! Já vamos, ainda não estou vestido.
Sam ainda lutava por meter o cinto nas calças, encontrava-se sem camisa mostrando um corpo escultural, com uns músculos bem definidos.
― Oh meu...estou com fome!
― Já ouvi, Dean!
Sam procurava uma camisa decente para vestir.
Dean levantou-se e caminhou para a porta.
― Olha, fui…
― Espera!
― Espero por ti, lá em baixo! Demoras muito e pagas o jantar.
Saiu batendo com a porta atrás de si.

Brooke estava numa mesa distante, no restaurante. Novamente concentrada nos seus papéis, tinha um copo de sumo de laranja a frente acompanhado com um pedaço de bolo. Estava com o cabelo apanhado com algumas madeixas na cara, acompanhado de um top cruzado.
Pegou no copo de sumo para beber, quando parou de súbito. A porta do restaurante estava Dean, mal
ele a viu dirigiu-se para a sua mesa. Voltou a esconder o olhar nas
folhas.
― Brooke Meadows.
Brooke levantou os olhos e viu Dean com os braços cruzados.
― Espera...Dean...Win...Winchester, não é? – Perguntou fingindo-se esquecida.
― É sim.
― Okay…O que estás aqui a fazer?
― Vim comer. – Respondeu Dean, olhando em volta. – O que é estranho é estarmos no mesmo hotel. Andas a seguir-me?
Brooke fez um ar enjoado.
― Querias isso, não querias?
― Não sejas azeda, Brooke não fica bem!
― Ainda não respondeste a minha pergunta…
Dean puxou uma cadeira e sentou-se.
― Pronto, vá, estou aqui a trabalhar.
― Para o bronze?
― Num caso…- Esticou a mão, tirou-lhe um bocado do bolo e comeu-o. – Hum…canela. Então, outra vez nos classificados?
Imediatamente Brooke afastou os jornais da sua vista.
― Não é da tua conta.
Dean debruçou-se sobre a mesa ficando a poucos centímetros de distância.
― Sabes, começo a ver rugas de expressão na tua cara…Yep! Se eu fosse a ti aprendia a ser menos mal-educada e talvez, só talvez, continuasses jovem durante um ano ou dois.
Exibiu um sorriso vitorioso e conquistador.
A eles juntou-se a irmã mais nova de Brooke, Rose.
― Olá, Dean.
― Olá, Rose. Simpática e jovem, Rose.
Uma clara provocação a Brooke, ao que esta revirou os olhos. Já Rose, sorriu.
― Bem, que vi o teu carro lá fora.
― Viste? E não me disseste nada? – Perguntou Brooke.
― Eu ia dizer mas, tu saíste disparada…- Desculpou-se Rose.
Brooke virou-se para Dean.
― Que fazes por aqui?
― A trabalhar, num caso…- Respondeu Dean.
― Se permites, posso saber qual é? – Perguntou Rose.
― Lobisomem!
Brooke virou-se para ele automaticamente.
― Quê?! Lobisomens!
Lobisomem, singular!
― Não podes esse caso é meu!
Dean lançou uma gargalhada.
― Desculpa, pequena. Este caso é meu. Eu e o Sam trabalhamos nele a duas semanas.
Brooke levantou-se.
― Mas eu cheguei primeiro. Este caso é meu, portanto…- Estendeu a mão e Deu um empurrão a Dean.― Afasta-te!
Dean levantou-se também.
― Não!
Rose olhou em volta, todas as pessoas do restaurante olhavam para os dois.
― Brooke, vá lá…
― Não! Este caso é meu, logo ele vai bazar!
― Ahahahah – Riu-se Dean mas, depois ficou sério. ― Nem nos teus sonhos!
― Tudo bem, vamos ver quem apanha esta coisa primeiro. Se eu, ou tu, Dean!
― Óptimo!
― Óptimo!

Sam vinha a descer as escadas, quando esbarrou contra algo. Rose caiu ao chão de rabo.
― Oh, desculpa…não te vi…
Ajudou Rose a levantar-se
― Uau, Sam! O que tens ai, pedra?
Rose deu-lhe um soco no peito e Sam riu-se, não tinha dado com força suficiente.
― Desculpa, Rose. - Sentou a rapariga nas escadas. - Que fazes por aqui?
― Bem, eu e a Brooke vínhamos caçar um Lobisomem mas, penso que agora é entre ela e o Dean.
― Não percebi…
― Bem, o teu irmão e a minha irmã, estão numa corrida para ver quem apanha o lobisomem primeiro.
― Estão loucos…
― Digo o mesmo. - Ficaram em silêncio durante um bocado. – Sabes, devíamos trama-los.
― Como assim?
― Fazemos greve! – Rose exibiu um sorriso. – Aposto que tu, como eu, és o cérebro das operações, certo?
Sam mostrou um sorriso timido.
― Não gosto de gabar-me…
― Okay, então deixemos que eles resolvam o caso!
― Sozinhos?
― Sim, eles que andem as voltas. Afinal, eu ouvi a Brooke e o Dean a dizer que o caso era deles, portanto eles que resolvam!
― E nós que fazemos?
― Por agora, nada…que tal?
Sam olhou para ela, era simplesmente linda, o que dizia não parecia ser máideia mas, a sua beleza e sorriso convenceu-o mais rapidamente.
― Okay, estou dentro!
Rose bateu palmas.
― Fantástico!
Nesse momento apareceram Brooke e Dean com um ar furioso.
― Temos de conversar…- E puxaram os respectivos irmãos para cada lado.

― Dean não vou ajudar-te!
Sam estava encostado a parede com os braços cruzados.
― Oh meu, tens de ajudar.
― Não!
― Porquê?

― Bem, segundo ouvi o caso era teu, não nosso! – Exclamou Rose, sentada nas escadas.
― Quando eu digo “meu” sabes bem que é “nosso
― Não, eu ouvi “meu” e, neste caso significava que, era apenas e somente "teu"!
― Não estejas com manias, Rose!
― Não é mania, Brooke! Não vou ajudar-te, estou de greve!

― Quê? Greve?
― Sim, Dean.
― Desde quando?
― Desde agora.
― Porquê?

― Porque me apetece, Brooke!
― Estás a ser parva, Rose.
A irmã levantou-se.
― Não, tu é que disseste que o caso era teu, logo vai trabalhar sozinha.
― Não achas-te velha demais para birras?

― É apenas o nosso ponto de vista.
― Teu e da Rose, certo?
― Sim.
Dean bufou.
― Sam, eu pago-te!
― Não preciso que pagues coisa alguma, não vou ajudar-te! E a Rose acha que…
― A Rose? Oh, Sammy…
― Desculpa, Dean. Estás por tua conta…

― Desculpa, Brooke. Estás por tua conta!


― Não, não, nãoooooo…
Osilêncio foi instantâneo, mas a sede continuava. Olhou em volta e viu
corpos dizimados e ouviu passos, virou-se e viu um a fugir por entre as
arvores, não a valia a pena fugir. Iria apanha-lo.

― Como correu? – Perguntou Rose a Sam que estava encostado a parede do hotel.
― Bem, ficou um pouco chateado, até se ofereceu para pagar o meu serviço.
― A Brooke acha que é uma birra. - Rose riu-se. ― Podias fritar um ovo na testa dela.
Sam desencostou-se e meteu as mãos nos bolsos.
― Tens a certeza disto? E se corre mal?
― Não corre nada mal, vão apenas aprender a não ser egoístas! Vai passar…- Disse com um sorriso.
Pegou na mão de Sam e puxou-o.
― Onde vamos?
― Estamos de greve, vamos passear!

Passaram-se horas e horas. Dean estava embrulhado em papeis, este lobisomem adorava vaguear, já tinha estado por todo o lado e tinha deixado um rasto incrível, não parecia parar.
Ouviu-se um bater a porta, pensando que era Sam, Dean abriu.
― Afinal vens aju…oh, és tu
Brooke estava a porta com um ar carrancudo, entrou sem ser convidada, virou-se para Dean coma as mãos nas ancas.
― Desisto!
― O quê? Terei ouvido as palavras que ouvi, Brooke?!
― Não abuses, Dean.
― Oh, só um bocado…
Brooke riu-se com vontade, algo que não fazia a algum tempo e Dean sorriu com ela.
― Tudo bem. – Sentou-se na cama. – Acerca do lobisomem, isto é…
― Complicado. – Completou Dean.
― Sim. Posso? – Perguntou apontando para o computador de Sam.
― A vontade…- Dean achou estranho o facto de Brooke estar tão simpática. Sentou-se ao seu lado e observou-a. Tinha posto o cabelo do lado contrário ficando uma autêntica cortina castanha sobre o ombro. Os seus olhos estavam brilhantes com a luz do computador e Dean viu ao pescoço
um pequeno fio com um anel pendurado, com algo escrito “De Jake com…”
― Hum…- A voz de Brooke distraiu-o.
― O que foi?
― Repara nisto. – Mexeu no computador. – Este lobisomem é novo, daí todas estas matanças. Está morto de sede.
― Isto tudo a menos de um mês…
Brooke olhou para ele, de facto era lindo, aqueles olhos verdes eram um pecado
existirem. Dean sentiu-se observado e olhou também para Brooke.
O computador apitou, sinal de bateria fraca e sem querer Brooke derrubou a garrafa de cerveja que caiu no colo de Dean molhando um pouco da sua t-shirt.
― Oh desculpa…
Dean levantou-se.
― Não faz mal…
Num impulso tirou a t-shirt. Brooke desviou o olhar para a televisão que anunciava uma notícia de última hora. Pegou num comando e subiu o volume.“Noticia de ultima hora: Dois campistas foram encontrados mortos no Oak Park. Segundo a polícia são obra do mesmo assassino que atacou em outros estados. A polícia dentro de momentos fará uma
declaração…”
― Oak Park? Isso é aqui perto…- Disse Brooke. Olhou para o lado e viu Dean de costas a escolher uma t-shirt, tentou desviar o olhar do seu corpo escultural mas, estava completamente apanhada.
Quando encontrou a t-shirt, Dean virou-se a vesti-la mostrando os peitorais.
― Temos de ir…
― Hã?! – Perguntou Brooke meio desnorteada.
― Temos de ir. Lobisomem, lembraste?
Dean vestiu a t-shirt e Brooke desceu a terra.
― Sim, vamos.

Sam e Rose iam pelo parque, a noite estava cerrada e enquanto andava tinham o caminho iluminado pelos candeeiros cor de laranjas.
― Afinal o porteiro tinha razão, este parque é muito bonito. – Disse Rose.
― Porque quiseste vir aqui?
― Queria um sitio sossegado. - Disse Rose. - Muita gente lá no hotel,faz-me um pouco de confusão, muita conversa ao mesmo tempo...
Rose preferia afastar-se de lugares apinhados, não conseguia controlar o seu dom e as vezes ouvia coisas que prefeia não ouvir.
― Pois, eu tambem não gosto muito...
― Mas, não pelas mesmas razões que eu...- Disse Rose tão baixo que Sam não ouviu.
Os dois caíram num silêncio momentâneo enquanto andavam.
― Então, conta-me a tua…história. – Pediu Sam. Rose revirou os olhos. ― Sim, já ouviste a minha e do meu irmão, agora quero ouvir a tua história!
Rose riu-se. Avistou um banco e sentou-se.
― O que queres saber, Sr. Coscuvilheiro?
O rapaz pensou durante um bocado.
― Como é que tu e a Brooke são tão diferentes? Nem parecem irmãs, tu és tão calma e ela é tão explosiva…
― Talvez, porque nós não somos realmente irmãs. – Sam fez um ar de espanto. – Sim, é verdade. Eu e a Brooke, não somos irmãs, pelos menos não de sangue. Fomos criadas por uma senhora chamada Carmen, que é como se fosse a nossa mãe.
― E os vossos pais?
― Os meus pais e os da Rose morreram no mesmo acidente. Íamos todos no mesmo carro, quando
um idiota bêbado abalroou-nos, apenas eu e ela sobrevivemos. Foi praticamente um milagre, no meio tanto metal e vidro estarmos ali, sã e salvas. – Sam continuou calado a espera de continuação. ― O acidente mudou-nos muito, mesmo sendo muito pequenas, principalmente a mim…
― Como assim?
Rose olhou para Sam, será que devia contar acerca do seu poder? Nunca ninguém soube do que fazia, tentava esconder o máximo que podia.
Ajeitou-se no banco, estava claramente nervosa sempre que se aproximava do topico.
― Hum…eu consigo...
“Sede! Tenho tanta sede.”
Levantou-se e olhou para o conjunto de árvores cerrada que estava no parque.
― Rose, está tudo bem?
A rapariga continuava com um ar sério, nem ouvira o chamamento de Sam.Tinha a pele arrepiada e o coração acelerado, aquela voz que ouvia metia medo.
“Consigo sentir o sangue a bombar…”
Então ouviu-se o restolhar de folhas, que foi aumentando de volume.Subitamente Sam agarrou Rose e puxou-a para si. A rapariga estava com acabeça no peito de Sam conseguia ouvir o seu coração a bater acelerado.Olhou para cima e viu Sam a olhar em frente muito tenso, seguiu-lhe o
olhar e viu o que o assustava.
― Sam…
Detrás de um poste de iluminação estava um homem com uma camisa manchada de sangue, com um ar desgrenhado. Grandes olhos cinzentos, a boca cheia de sangue, roupas rasgadas. Sam apalpou sentiu os bolsos leves, não tinha arma!
― Não largues da minha mão…
― O que é aquilo, Sam?
― É um lobisomem, Rose...

CONTINUAAAAA XD

NEXT EPI: BIG BROTHERS SAVE THE DAY


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